quinta-feira, 26 de maio de 2016

Os impostos dos outros

Anda uma pessoa a descontar impostos para ter uma reformazeca na velhice (se lá chegar), e para ter benefícios a nível de saúde, educação, etc, e depois tem de levar com as megalomanias dos outros, porque querem continuar a ter regalias adquiridas no tempo da outra senhora (às vezes), pagas com quê? Claro, com os impostos dos outros. Gosto de saber (not!) que existem ainda situações como as abaixo (ou que existiram até há bem pouco tempo):
- existem subsídios em algumas empresas estatais para ir cortar o cabelo (??!)
- nos caminhos de ferro, os familiares dos trabalhadores têm viagens à borla em algumas condições
- quando os pilotos se reformam, continuam a ter x viagens de borla por ano, por terem trabalhado na TAP
Se fosse tudo assim, imagine-se:
- os familiares dos médicos e enfermeiros também queriam ter regalias e prioridades quando se reformassem
-
Os impostos dos outros é que são!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Everyday is less and less

Estamos numa época em que se quer tudo, e não se quer fazer nada. O facilitismo impera.. E pedir a alguém para pensar é uma carga de trabalhos. O que mais se ouve é "e não se consegue fazer isso de uma forma mais fácil?" ou "é preciso mesmo fazer isso?". Nada contra facilitar processos, arranjar formas de automatizar trabalho, mas daí a não querer fazer nada...

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Um dia de cada vez

Nos últimos meses, tem sido este o lema. E para o bem e para o mal tem dado resultado. Primeiro estranha-se e depois entranha-se. Não significa que tenha deixado de fazer planos a médio e longo prazo, nada disso. Simplesmente a obsessão por eles diminuiu. E os dias passam melhor :)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Guantanamo e a Rua Sésamo

Não há limites para a tortura, mas pelos vistos há imaginação quando se trata de a aplicar. Rua Sésamo em versão Guantanamo. Brilhante. Sim, até cansa de ver.



segunda-feira, 1 de julho de 2013

E o Verão lá apareceu

É meia noite, e está uma brasa do caraças. Aqui há 8 dias, a nenhuma hora do dia se conseguia esta temperatura. O pessoal queixava-se que o verão não vinha, que estava frio, etc e tal. Agora que está calor, queixam-se do calor excessivo, de que não se pode andar na rua, olha os incêndios e coisas afins.
Daqui a pouco, vem o Gaspar e diz que a culpa da crise é do Verão.

domingo, 23 de junho de 2013

Queres reclamar? Paga!

Ora aí está uma ideia brilhante da Câmara da Feira. Quem quiser fazer uma denuncia, queixa ou reclamação nos serviços municipais, paga! 25 euros pela inicial, e se quiser uma reapreciação, 50 euros!?! É caso para dizer: queres reclamar? Paga e não reclames!

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Dos ditados parvos

Deitar cedo e cedo erguer dá uma soneira que nem queiras saber.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Ouvido de passagem

O clima em Portugal é tão bom, que até o Inverno cá veio passar o Verão.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Cansaço

Ando tão cansado, tão cansado, que qualquer dia canso-me disso.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Futebol ou corrida

Quando comecei a correr, já jogava futebol há uns bons anos (em abono da verdade, não jogava futebol, dava uns pontapés na bola com uns amigos, quando acertava na bola, claro). Na altura, tive o azar de em duas ou três ocasiões, e por teimosia minha, logo a seguir a uma dessas peladinhas, em que levava uns toques ligeiros, ir correr e agravar as lesões. Depois de uns meses em que por me ter lesionado, ou estar a preparar para algumas corridas com alguns km, não tenho jogado futebol (nem ido correr), voltei a fazer uma jogatana com amigos. E a verdade é esta, se correr me dá prazer, dar uns chutos na bola também. E se suficientemente doseadas e acauteladas, não são actividades incompatíveis. 
Portanto, espero que as lesões se metam a milhas, porque vai ser futebol e corrida!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Perguntas (im)pertinentes

O raio dos cabelos brancos aparecem cada vez mais por causa da idade ou do stress a que ando sujeito? Para usar uma expressão gramaticalmente correcta, "talvez ambas as duas, de certeza".

domingo, 5 de maio de 2013

O stress e a procastinação

Consigo andar a adiar fazer determinadas coisas ou tomar decisões mesmo até à ultima, ainda por cima conscientemente.
Consigo trabalhar bem sob stress, e acho que a adrenalina que isso me dá faz com que funcione melhor.
O estranho disto tudo é que detesto andar sob stress e adiar trabalho ou decisões.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Concatenar

Saber fazer as escolhas certas nem sempre é uma ciência exacta. Mas há que escolher. E nem que seja por instinto. Que, by the way, acabam sempre por ser as melhores escolhas. Coincidências? Deus não joga aos dados. 

quinta-feira, 18 de abril de 2013

terça-feira, 16 de abril de 2013

Da ordem das coisas

Detesto o caos, a desorganização e o stress. Adoro trabalhar sobre stress para organizar o caos. Já vi pessoas doidas fazerem afirmações mais lúcidas.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cansaço

Se não estás cansado é porque não estás a viver intensamente. É verdade, mas viver intensamente cansa :p

domingo, 7 de abril de 2013

A falar é que a gente se entende

Nos últimos tempos tenho feito ao contrário. A não falar é que me tenho entendido. Sim, porque há silêncios que dizem muito mais coisas que mil palavras. E quem não os entende, bem... quem não entende os silêncios também não iria entender a explicação do porquê.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A comunicação por elevador

Nesta era de tecnologias, com tanto meio de comunicação ao nosso dispor (telefone, telemovel, email, facebook, etc), nem sempre é fácil falar com os vizinhos, ou no caso de ser administrador de condominio, com os condóminos (sim, eu sei, parece uma marca de .. bem, deixa para lá).
Ora meus amigos, a forma mais eficaz não é nenhuma ligada às novas tecnologias, mas sim uma bem mais simples, no caso do prédio ter elevador : a comunicação por elevador!
Não é preciso estar online, não depende de atender ou não o telemóvel ou telefone, pode não ter facebook. Agora, se vai às compras, ou se mora num 10º andar, duvido que não ande de elevador.
Um papel a verde fluorescente ou a rosa choque chama sempre a atenção, e garanto que depois de colocar umas 10 vezes e o vizinho o rasgar, vai acabar por se passar e vir falar consigo. E aí: olá, como está, há tanto tempo que queria falar consigo (enquanto na outra mão balança uma faca afiada e limpa as unhas). Fácil, não é?

domingo, 31 de março de 2013

Já parava de chover

Eu sei que é preciso, sei que as albufeiras e barragens precisam de água, mas vá lá, não pode parar de chover assim uns dias? Ou chover de noite, enquanto a malta dorme, e de dia estar bom tempo? É só assim uma ideia, vá.