quinta-feira, 30 de abril de 2009

BPP: Clientes elogiam trabalho da administração na "reposição da verdade"

Lisboa, 28 Abr (Lusa) - Os clientes do BPP aplaudem "o trabalho da administração" que assumiu um prejuízo de 800 milhões de euros em 2008 no plano de recuperação entregue ao Banco de Portugal, revelou à Lusa Luís Miguel Henrique, advogado de vários clientes. Há que elogiar o trabalho da administração no sentido de repor a verdade sobre a realidade financeira e contabilística do banco", sublinhou o responsável, em reacção ao anúncio de prejuízos de 800 milhões de euros relativos ao último exercício assumidos pela administração do Banco Privado Português (BPP).
Daqui a pouco tempo, estão a elogiar os excelentes prémios de gestão dos gestores anteriores, que levaram o banco à situação em que está.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

E o povo,pá??

Testemunhas cabo-verdianas esquecem documentos que assinaram

Foram hoje ouvidas quatro testemunhas de Cabo Verde arroladas pelo Ministério Público (MP) no processo em que é co-arguido Isaltino Morais. Em causa está o facto de Isaltino ter, alegadamente, pedido um terreno à beira mar em troca daquilo que a autarquia de Oeiras a que presidia deu ao município de São Vicente. Jorge Melo, que foi vereador de São Vicente entre 1990 e 1999, garantiu que o «gesto de gratidão» partiu do município que integrava na altura: «Era para nós um privilégio que Isaltino Morais tivesse uma casa de férias em Mindelo. Pareceu-nos uma boa ideia».
Esta malta ainda não aprendeu aquela velha máxima de gestão, "não há almoços grátis". Isto ainda é mais verdade no domínio politico. Mas já aprendeu a ter memória selectiva. Estão no bom caminho. Qualquer dia têm políticos tão bons em Cabo Verde como temos agora em Portugal.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Tens a certeza que sabes soprar correctamente no balão?

Pais fazem negócio a vender Magalhães oferecidos aos filhos

Em Lisboa e no Porto já existem computadores Magalhães à venda em várias lojas de compra e venda de usados. Segundo o 24horas, quem os vendeu recebeu mais do dobro do que lhes custou através do programa do Governo.
Filipe Barros, gerente da Cash Converters de Benfica, explica que na sua loja «uma pessoa pode por à venda um produto mas durante período de um mês pode recuperá-lo, perante um juro de 25 por cento». Isto para porque «muitas pessoas colocam coisas à venda por falta de rendimento, e aqui têm possibilidade de mais tarde, numa fase melhor, as recuperar».
Pois, somos tudos inocentes. Uns mais do que os outros. Cá na minha terra usa-se um ditado, "tanto é ladrão o que rouba como o que fica à porta". E digamos que 25% de juros é um bocadinho acima da Euribor a 1 mês...