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sexta-feira, 2 de maio de 2008

Os oceanos estão a perder oxigénio

Os oceanos estão a perder oxigénio, e a culpa pode ser do aquecimento global. Esta problemática assusta-me. Já não basta a atmosfera ficar sem oxigénio, começam também os oceanos a ficarem sem oxigénio? Eu, que os via como a esperança a seguir, que quando o oxigénio da atmosfera acabasse, ia respirar o oxigénio dos oceanos, qual drogado a snifar coca, sei agora que a minha tarefa vai ser mais complicada. Sim, porque snifar dióxido de carbono snifo eu todos os dias. Vou ter de aprender a nadar, e a respirar debaixo de água. Os peixes obviamente já andam insatisfeitos, e começam a reclamar mais oxigénio para os devidos oceanos, tendo sido constituida a OTARIOO (Organização do Tratado de Auto-Regulamentação Imediata do Oxigénio nos Oceanos). Já começaram a ser definidas as quotas de oxigénio nos principais oceanos, sendo que pode significar um aumento de tensão entre os diversos países do mundo, e as suas águas costeiras. Os peixes começam a não gostar da idéia de partilhar o oxigénio conosco, tanto mais que temem que para além de toda a poluição que já fazemos nos oceanos, ainda comecemos a poluir o oceano com dióxido de carbono emitido pelos escapes dos submarinos (???). Esta desinformação generalizada já levou a GreenPeace a fazer manifestações nas ilhas Fiji e no Havai, junto das praias, recorrendo a banhos prolongados, e a técnicas de respiração vindas do oriente, permitindo baixar o consumo de oxigénio consumido, ao mesmo tempo que baixam a respiração. Al Gore começou a incluir testemunhos de peixes nas suas apresentações sobre o aquecimento global, tendo sido contratadas sereias para tradutoras oficiais, para todas as linguas do mundo. Para as eleições dos EUA, Obama promete a aposta em oxigénio importado da galáxia de Cassiopeia, produtora galática de oxigénio a baixo custo.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Os gatacães

Todos os dias aprendemos. Hoje descobri que existiam gatacães. Tal como o nome indica, são gatos transexuais, com manias de cães. Tomam suplementos vitamínicos para mudar a voz e ladrarem em vez de miarem. Começaram a perseguir carros, a ter medo de alturas, e a recusar ratos frescos para as refeições.Em vez de terem total liberdade, e se estarem positivamente a marimbar para o dono (a não ser obviamente quando têm fome ou outra necessidade mais básica e necessitam que o papalvo do dono a satisfaça), começaram a ter tiques de cão, como abanar a cauda quando o dono chega a casa, atirarem-se para cima do dono para o babar todo e ladrar, em vez de miar. Alguns destes animais já foram estudados e têm o gene A7882 com anomalias, o que lhes provoca dissabores quando em presença de ratos (não sabem se os comem, ou se fogem deles). Começam a surgir nos hospitais de animais os primeiros psicólogos animais, para combater esta doença que, segundo reputados tótós, perdão, especialistas, vai ser a pandemia dos próximos anos, muito pior que o H5N1. Al Gore, especialista no aquecimento global, afirmou recentemente que espécies como estas começam a surgir derivado do dióxido de carbono que os animais domésticos ingerem quando dão as suas voltas nocturnas nas cidades. Esta afirmação vai de encontro às teorias de Darwin sobre a sobrevivência da espécie mais forte, ou mais apta. O que esta espécie nova está a fazer é a adaptar-se ao meio ambiente, onde cada vez há menos ratazanas pequenas para perseguir (sendo as ratazanas outro animal em mutação genética acentuada), começam os próprios gatos a serem perseguidos pelas ratazanas maiores, e como não podia deixar de ser, pelos canídeos também. Como as ratazanas são muito mais espertas do que os cães, os gatacães tentam agora inflitrar-se no mundo canídeo, de forma a assegurar a sobrevivência da espécie.

sábado, 19 de abril de 2008

A medusa Cubozoa (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cubozoa)

Muitos de vós devem estar a perguntar por que carga d'agua vem este tipo para aqui falar de medusas. Se querem saber, nem eu próprio sei porquê. Este estranho post começou a desenhar-se ao visionar uma peça da National Geographic, sobre medusas, onde algures no programa falavam de uma característica interessantissima deste animal: quando se sente ameaçada, ou quando sente que vai morrer, a medusa liberta todos os óvulos e todo o esperma que pode para o oceano, tentando garantir a sobrevivência da espécie. Comecei a pensar logo na semelhança com o fim da legislatura dos governos, em que com o medo de não serem reeleitos, desatam a criar todo o tipo de cargos e tachos possíveis, de forma a preservar a sua presença na máquina do Estado. E por curiosidade, fui investigar mais. E não é que as coincidências não acabam aqui?

No link acima, podem consultar a informação completa. Vou-me limitar apenas às coincidências mais óbvias.

Fiquei a saber que estes seres são dotados de 24 (!!!?!!) olhos agrupados em conjuntos de seis, mas apesar de conseguirem receber tanta informação, não está claro como a processam, uma vez que não possuem cérebro. Lembra-vos algo?

Dada a constituição frágil das medusas, estes animais têm obrigatoriamente de matar a sua presa depressa, para que esta não se debata, e não tenha oportunidade de lhes provocar danos. Faz-vos ou não lembrar alguns debates no parlamento, onde antes que se aperceba o que se está a discutir, ataca-se logo os que contestam com argumentos pessoais, que normalmente incluem adjectivos muito rebuscados? Eu suspeito que eles antes de ir para os debates consultam os dicionários da Porto Editora, para ver os sinónimos de meia dúzia de palavras chave - leia-se insultos - e depois os usar repetidamente ao longo do tempo. Aliás, devia ter-se no parlamento estatísticas destes adjectivos e de outros, tal como existe no futebol: nº de adjectivos insultuosos :234; nº de ataques pessoais: 26, nº de defesas incompletas:33; nº de debates falhados:2; nº de intervalos para cigarro e charuto:34; posse de voz mais alta: PS 34%, PSD 34%, PCP 5%, CDS 4%, etc. Deveria haver ainda um programa que analisasse os debates, analisando também o desempenho do árbitro, desculpem, do presidente da assembleia, e do numero de erros que cometeu.

Menciona ainda que o veneno das medusas ataca o sistema nervoso central. Os sintomas incluem um intenso mal estar, acompanhado por dores lancinantes na área afectada, vómitos, náusea e tensão arterial extremamente elevada. Estes sintomas foram descritos como sindrome de Ikurandji. Parece mesmo quando aumentam os impostos: intenso mal estar, acompanhado por dores lancinantes na carteira, vómitos, náusea e tensão arterial elevada, só de pensar como se vai pagar as contas no final do mês. Ainda se inclui insónias e tendências suicidas no trânsito, embora as medusas não tenham esse problema nos oceanos.

Presentemente, ainda não existem antídotos para as toxinas libertadas pelas medusas, e a única acção que parece resultar é a aplicação de vinagre nas zonas afectadas pelos tentáculos. Hum.. será que experimentaram esta acção no governo e nos politicos? Nunca se sabe.. isto abre novas perspectivas para a investigação politica em Portugal!